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 Linha do Tempo

Clique nas datas e conheça toda a história da W Zarzur  Anos 1940
Não era muito fácil construir no Brasil. Embora a urbanização acelerada iniciada na década anterior estimulasse a demanda, fatores como a Lei do Inquilinato e a escassez de materiais e mão-de-obra qualificada tornavam a Construção Civil uma indústria cheia de riscos para os empreendedores.

Foi nesse ambiente que exigia criatividade e inovação tecnológica que começou a historia da Waldomiro Zarzur Engenharia e Construção, que em 1943 surgia em “forma embrionária” como Construtora Mackenzie, formada por alguns estudantes de universidade do mesmo nome.

Em 1948/47 a Mackenzie deu origem à Construtora Zarzur & Kogan, uma parceria que fez historia e que permaneceu por muitos anos.

A primeira grande obra foi Cinema Júpiter, construído em 1949. Localizado no bairro da Penha, com capacidade para 1.770 espectadores, o cinema dispunha de um balcão superior apoiado em vigas de 12m em balanço. Uma tecnologia inovadora para a época.
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 Anos 1950
A Zarzur & Kogan construiu os mais diversos projetos, tanto para iniciativa privada quanto para o poder publico, como a Ponte de Guarulhos, sobre o rio Tietê; e escolas públicas para o Convênio Escolar, destacando-se estas como obras relevantes do modernismo brasileiro.

No berço das expressões artísticas, como as obras de Pablo Picasso e a abertura da primeira Bienal de Arte de São Paulo, nasce das mãos da Waldomiro Zarzur a construção da Igreja Melquita Nossa Senhora do Paraíso e participa das comemorações do quarto centenário de São Paulo construindo o Velódromo do Ibirapuera.

Modernizou o conceito de construção do período com os grandes conjuntos multifuncionais, que combinavam o uso residencial com comércio e serviços, e com os conjuntos de Kitchenettes, seguindo o conceito de moradia mínima que fazia parte da ideologia de habitação da época.

No ritmo acelerado da construção de uma metrópole, e Zarzur & Kogan se tornou parte intrínseca da história e paisagem de São Paulo.
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 Anos 1960
Já com o nome de Waldomiro Zarzur Engenharia e Construções, atuou novamente em obras de grande importância para a cidade de São Paulo. Foi um dos pioneiros na construção em concreto armado. O Monumento à Duque de Caxias foi uma de suas primeiras obras neste modo, com 41 metros de altura, apóia escultura de Victor Brecheret. O Palácio W Zarzur, localizado no Vale do Anhangabaú, uma das maiores do mundo, permanece até os dias atuais como o edifício mais alto do Brasil, com 170 metros.

O destaque desse período é a construção em serie de uma tipologia muito usual - as grandes galerias. As galerias são conjuntos multifuncionais que combinavam prédios de residências e escritórios sobre estruturas que abrigavam estabelecimentos comerciais diversificados e equipamentos de lazer. Foram as precursoras dos shopping centers, no entanto tinham a vantagem de permitir total contato com a cidade através de suas ruas intemas.
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 Anos 1970
A maior contribuição da Waldomiro Zarzur à cidade de São Paulo foi a construção do Hospital Albert Einstein, projeto de autoria do arquiteto Rino Levi.

O mercado na época ainda aceitava muito bem os edifícios multifuncionais, mas a Waldomiro Zarzur, atenta às necessidades da sociedade, inovou ao agregar o conceito de qualidade de vida aos seus empreendimentos. Lançou o primeiro Condomínio Clube, o Super Quadra Paulistânea. Apartamentos mais amplos, com até quatro suítes, área de lazer com piscina, salão de festas, playground, quadras poliesportivas.
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 Anos 1980
Foi um período recessivo da construção civil, em que apenas empresas de solidez se mantiveram no mercado.

A Waldomiro Zarzur continuou investindo em empreendimentos de grande porte, como os residenciais com mais de uma torre, expandindo sua marca na paisagem paulistana por todos os limites do município.

No bairro do Morumbi, construiu o Condomínio Mansão do Morumbi, edifícios de alto padrão, um dos primeiros a surgir na região.

No setor de empreendimentos comerciais, construiu o Edifício Nova Consolação, atual sede do Tribunal de Justiça, na Av. Consolação. Iniciou investimentos na área de flats e hotelaria, fazendo retro-fit em edifícios que havia construído nas décadas anteriores, para abrigar Century Paulista Flat e Lorena Flat, ainda administrados pela Waldomiro Zarzur.
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 Anos 1990
A Waldomiro Zarzur teve sua trajetória de sucesso reconhecida internacionalmente, através Internacional Construction Award, recebido em Madri, Espanha, em 1992.

Nesse período, dedicou-se à construção de edifícios comerciais, como o Edifício Waldomiro Zarzur, na Av. Brigadeiro Faria Lima. Dedicou-se também a galpões industriais em diversos bairros de São Paulo, que atualmente abrigam grandes redes varejistas e hipermercados.

Construiu também mansões em bairros nobres da cidade.

No final desta década, com uma visão para as novas perspectivas de mercado, a Waldomiro Zarzur preparava-se para novos negócios.
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 Século 20
No novo século o cenário da construção civil mostrou-se novamente favorável a empreendimentos de grande porte, como sempre, adotando em todos seus projetos o comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade.

A Waldomiro Zarzur, agora se assumindo como Grupo W Zarzur passou a investir também em outros negócios, sempre de forma sustentável.

Inicia seus investimentos no ramo de energia. Atualmente conta com cerca de 400 MW, em São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso, sendo que em 2010 inicia-se a operação de duas usinas hidrelétricas, no Estado de São Paulo (Queluz e Lavrinhas), com capacidade de geração de 30MW cada uma.

O setor de agronegócios, a cultura de soja, arroz, feijão, milho, girassol, laranja, nos Estados de São Paulo e Mato Grosso, totalizam área de mais de 50.000 hectares, além da criação de gado.
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